Afogo os diasem abundânciade bem e de malsou cisterna ávidasem rachas ou gretasalbergo o marasmode marés nojentase remansos de puras águasvêm a mim beber iludidostoda a casta de animaispois também brilham os riosonde bóiam cadáveres
super!
palmas das mãos nestas pedras de musgo afago o teu fôlego neste claustro oh Deus do fresco da capela me arrepia o teu sopro do teu cla...
super!
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