22.5.12
Nada sem Ar
nada se entende nada sem parar
que quem nada não se afunda
e se em nada se afunda
já mais se afoga
quem escreveu esta barbaridade
prendam este selvagem
abracem-no na esquadra
que lhe sirva por muitos anos de estalagem
despejem mosquitos e outras pragas
nas frinchas da janela
tirem-lhe o ar
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Convento dos Capuchos
palmas das mãos nestas pedras de musgo afago o teu fôlego neste claustro oh Deus do fresco da capela me arrepia o teu sopro do teu cla...
-
Oh corcel de fogo oh corcel de fogo abandonas as brasas do rosto do puto envergonhado as crianças acolhem com entusiasmo a noção de simetria...
-
Adoro-Te com amor, Divindade latente Sob estas espécies de veras presente Dou-te o meu coração inteiro Em tua contemplação desfeito Dou-te i...
Sem comentários:
Enviar um comentário