Depois do tribunal popular ter perdoado o pitbull que matara
o seu filho bebê e livrado legalmente a besta de uma morte química indolor, R. quis vingar-se dos donos do cachorro um casal de malhados jovens bem sucedidos,
ele tatuado e ela ligeiramente nipônica que moravam num AP umas quadras acima.
Salvem o cachorrinho gritavam as teenagers à porta do tribunal lavadas em
lágrimas amachucando entre as mãos convulsas fotocópias do bicho decorado com
um belo laço de photoshop e ele a uns vinte passos sentado no muro sozinho rememorava
aquela manhã trágica em que fora pegar a criança com a mãe para um intenso
sábado parental. Acabou condenado à tortura depois de ter sido flagrado a
torturar o jovem casal com lâminas e brasas e com mordidelas. As pessoas já não
tem o know how das torturas mas açougueiros e cirurgiões nunca hão de faltar e
assim tínhamos o dr lamy e o torres preparando o animal. Atado pelas quatro
patas introduzia torres um espeto metálico no ânus coadjuvado pelo dr lamy que
ia sentindo a passagem do varão ao longo das costelas certificando-se que
nenhum órgão vital seria atingido. “Porra torres um pouco mais para a esquerda”
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